14 de abril de 2014

São lembranças, bons momentos (...) 2 anos e 8 meses ❤️❤️

|| || 0 comentários
Um dia, eu a embalei, no peito amamentei!…
      Carreguei-a como quem carrega tesouros, daqueles de valor inestimável…

      Foram dias, desde o nascimento, que vivi a felicidade extrema;

      o amor não cabia em mim  minha vida se transformara,
      fora preenchida por choros e risos que me faziam deslumbrada…
      Certooooooo!!!!!!!!!!!!!
      Às vezes, perdia a paciência, mas quem não perde
      com esse “anjinho?” que só parava quando dormia?… Uma palmada aqui, um sermão ali, (coisas de se poder contar nos dedos
      de uma só mão, mas aconteceu…). O que mãe queria é que
      você tenha obediência, seja humilde, e tento a você, minha filha, repassar o que eu tinha aprendido com meus pais, eu acreditava ser o correto; assim é a vida, uma geração e outra e mais outra e vamos aprendendo uns com os outros… Hoje, quando eu a vejo, não sei como, mas com um amor
      ainda maior, sinto orgulho. Você, MEU AMOR, é o que eu desejei e muito mais... Com sua própria personalidade, se tornará gente, gente grande, gente humana, gente que sonha e faz para que o sonho aconteça; o que, para uma mãe, é sempre motivo para chorar e rir ao mesmo tempo…
      Não que esteja louca, é que os medos eram grandes e, agora, ver que tudo deu certo e, olhem, que foram frações das frações de segundo,a querer ardentemente o sucesso pra você;  e, quando percebo que é assim,
      fico aqui sem saber o que dizer; então, para que não perca meu rumo e que venha a me sentir “dispensável”, faço de conta que o tempo não passou,
      que, ainda, é meu bebê, e, assim, continuarei, pela vida a fora,
      embalando, acarinhando aquela  que é a pura razão do meu viver; sem esforços para esconder que sou mesmo mãe-coruja,
      aquela que se deu pelo amor maior, o amor de mãe e continuará
      até o dia em que Deus o permitir; ser, com paixão, a mãe da Ana Luiza
      Extrovertida, inteligente, faladeira, goxtosaa kk...


      E, assim, é!… Tudo o que quero ser,  O que preciso para ser feliz…

      Mãe da minha pequena-grande! E MARAVILHOSA FILHA! 




Final de semana no Parque

|| || 0 comentários
"Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.

Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Talvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu pátio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória, sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.
Não era amor, era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR

Nosso passeio em família <3